WeCreativez WhatsApp Support
O nosso suporte esta aqui para responder suas dúvidas.
Olá, como posso lhe ajudar?
Categoria

Novidades

Kombucha para brindar a vida

Por | Novidades | Nenhum Comentário

Eu comecei pelo caldo de beterraba com hibiscus, depois montei meu prato com feijão caseiro, arroz integral, saladas e, para acompanhar, uma torta de legumes. Assim de forma saborosa, fui apresentada ao Espaço Anandda, que funciona na loja Erva Doce & Doce Erva da Ponta Verde. A proposta do restaurante é de comidinhas saudáveis e sem nada de origem animal (vegana), zero de glúten e de lactose. Quem comanda a cozinha é a nutricionista Jaqueline Galvão e a boa novidade da casa é Kombucha (chá fermentado), que equivale ao refrigerante natural.

 

Caldo de beterraba com hibiscus para começar bem no Espaço Anandda

Adorei o Kombuchá, afinal, desde de 2012 eu abiquei de refrigerantes e sou adepta aos sucos naturais. É uma bebida probiótica, feita a partir de chá preto, gasificada e com sabores de uva verde (amei), gengibre e cranberry (fruta vermelha) com morango. Resultado: bebida é agradável ao paladar e ainda é digestiva. A produção Kumbuchá MCZ é do amado da Jaqueline, Lucas Lira.

Indico o Anandda para quem segue estilo de vida vegana (nada de origem animal), vegetariano, e para quem tem restrições alimentares ao glúten e a lactose. Claro, eu, prefiro a feijoada tradicional, mas a da Anandda é boa, e tem ótimas opções para quem deseja comer de forma saudável e leve.

 

Variedades de legumes e saladas do Anandda

 

Lembrando, é preciso conhecer outros sabores e se despir do preconceito de que cozinha vegana é sem gosto. Detalhe: o preço do bufê é sem balança, come-se bem.

 

Siga minhas dicas

 

Torta sem glúten com legumes no leite de coco

 

Sem trigo – Tortinha de legumes é preparada com mix de farinhas, coberta com legumes como repolho, tomate, alho poró ao leite de coco e azeite dendê bem suave. Aliás, a mão da nutricionista é bem leve, os condimentos são colocados com maestria para realçar o sabor.

Amei – O feijão carioca é bem encorpado, preparado com caldo de vegetais (natural), com alho poró, salsa, coentro. Esse é maravilhoso e deixa saudades.

 

Feijoada vegana com legumes defumada

 

Sábado – Todo dia da semana tem sua estrela, no sábado é a feijoada vegana, preparada com legumes no forno, defumados (abóbora cabotiá, beterraba, berinjela, batata doce) e ainda cogumelos, maxixe, quiabo, entre outros.

 

Brigadeiro com doce de leite de amêndoas

 

Sobremesa – O brigadeiro é feito com doce de leite de amêndoas (preparado no próprio restaurante) e possui 70% de ganache de chocolate.

 

Bolo de especiarias, mas este tem glúten

Lanches – Depois das 15h e até as 17h é a vez dos lanches, e, neste caso, alguns doces e salgados têm glúten, como o bolo de especiarias com gengibre, cardamomo e  canela. E para aguçar o paladar, a calda de mel de engenho.

 

Pastel sem glúten e com recheio de legumes

 

Pastel – Sem glúten nos sabores de antepasto de berinjela e de brócolis com requeijão de castanhas. Ótima opção dos lanches

 

Jaqueline e Lucas, empreendedores da gastronomia vegana e saudável

Quem é – Jaqueline Galvão é alagoana, nutricionista, e agora investe no estudo e pesquisa de receitas veganas, sem glúten e sem lactose, sua primeira experiência é o restaurante Annanda, numa parceria com a Erva Doce, Doce Erva. O lugar é charmoso e o bufê colorido.

A vida de Jaqueline mudou quando ela foi fazer intercâmbio em Portugal, e era a única brasileira e a única não vegetariana, toda a equipe não comia nada de origem animal. Assim a boa menina se encontrou na cozinha natural, e segue seu destino pesquisando e estudando temperos, farinhas, azeites, folhas, frutas, raízes para a felicidade dos fãs do restaurante. E nessa caminhada, ela conta com o auxílio luxuoso do Lucas de Lira.

Brindemos com Kombucha.

 

 

Rota Espaço Ananda (Erva Doce & Doce Erva)

Preço do bufê sem balança: R$ 24,00 na segunda (dia sem carne para estimular as pessoas conhecerem a cozinha vegana) . De terça a sábado: R$ 28,00/ Aceita-se cartões.

Almoço das 12 até 15h/ Das 15h até 17h lanches

Rua Eng. Mario de Gusmão, 560 – Ponta Verde/ Telefone: (82) 98839-1043

 

Fonte: Nide Lins

Opção por vegetarianismo cresce em Alagoas

Por | Novidades | Nenhum Comentário

Em todo o país, mais de 30 milhões de pessoas se declaram vegetarianas ou veganas, mas no estado não há números oficiais

 

Seja por ideologia, estética, modismo ou por motivos de saúde, excluir alimentos ou produtos de origem animal está em alta entre os alagoanos. Segundo nutricionistas a opção traz benefício, mas precisa ser equilibrada. Uma pesquisa do Ibope Inteligência aponta que 14% dos brasileiros ou mais de 30 milhões se declaram vegetarianos.

Em Alagoas não há números oficiais, mas a nutricionista Mônica Costa afirma que há uma tendência de crescimento. “Nos últimos anos tem crescido sim essa opção de alimentação, acredito que as pessoas estão mais preocupadas com a saúde, estética, questões religiosas”, pontua a profissional.

Mas segundo ela é preciso equilíbrio e acompanhamento médico. “Eu oriento a ter cuidado, porque quando não há orientação profissional aí termina ficando com carência de vitaminas como ferro e vitamina B12. Eu peço para que semestralmente estejam medindo suas taxas bioquímicas para que a gente possa controlar. Porque geralmente as pessoas que vão por estética ou por moda terminam desequilibrando a alimentação e compensando em carboidratos em excesso e isso não vai ser bom. Uma dieta orientada para ser bem equilibrada, um prato bem colorido, bem saudável fornecendo tanto os micro quanto os macro nutrientes”, diz Mônica.

O também nutricionista Renato Duarte explica que a demanda de pacientes que chegam ao consultório com questionamentos sobre o assunto tem sido constante.

“Na quantidade de pacientes que eu atendo, eu observo que sim, está crescendo bastante esse público. Esses dados estão mudando bastante. Eu percebo que não foram pessoas que começaram desde o berço, ou por crenças religiosas, mas foram pessoas que aderiram ao longo do tempo a essa opção de vida. Em Alagoas isso está se desenvolvendo bastante, estão sendo abertos muitos espaços voltados para este público, restaurantes, fast-foods, é bom estar de olho nesse público, isso é bom”, diz o nutricionista.

O que chama a atenção é que na última pesquisa sobre o tema realizada em 2012, o número foi 75% menor. Segundo a Sociedade Vegetariana Brasileira isto demonstra maior reflexão acerca da consciência alimentar do brasileiro.

“O salto surpreendente no número de pessoas que exclui alimentos de origem animal de seu cardápio reflete tendências mundiais consolidadas de busca por uma alimentação mais saudável, sustentável e ética. Por um lado, o reconhecimento dos benefícios de uma alimentação vegetariana para a saúde é cada vez maior, com grandes organizações – como a Organização Mundial de Saúde – se pronunciando sobre os riscos do consumo elevado de carnes. Por outro lado, o crescimento no número de pessoas que opta por excluir as carnes e derivados do cardápio, ou reduzir seu consumo, é impulsionado pela preocupação crescente da população com os impactos de seus hábitos de consumo. De fato, uma pesquisa do Datafolha de 2017 já havia mostrado que 63% dos brasileiros quer reduzir o consumo de carne”, diz a entidade.

Um censo nacional informal foi criado para obter estatísticas sobre o tema, o Mapa Veg. O endereço eletrônico possibilita o cadastro de adeptos do vegetarianismo e veganismo. Como explica Renato:

“O Mapa Veg é uma plataforma onde os veganos e vegetarianos vão fazendo o cadastro no Brasil. Pelo que eu observei, Alagoas ocupa o 18º lugar entre os estados na quantidade de vegetarianos. É um dado muito pequeno, provavelmente porque muitos não se inscreverem para melhorar essa contagem. São 132 pessoas, mas não quer dizer que são apenas esses. São bem mais, porque a cada dia as pessoas acabam descobrindo intolerâncias, passando a ter vida mais saudável, evitando carnes e embutidos. Veem que a proteína pode ser substituída por outra fonte. Elas acabam buscando outras fontes de proteínas que não seja necessariamente a carne”, ressalta o nutricionista.

 

Nutricionista cria espaço para desmistificar tabus

 

A nutricionista Jaqueline Galvão, de 31 anos, é vegetariana estrita, segue a linha de não consumir alimentos de origem animal há seis anos. Para ela, a opção produziu efeitos positivos em sua vida.

“Foram inúmeros, desde qualidade de vida até consciência alimentar. A alimentação vegetariana é riquíssima. Eu não sinto falta nenhuma de carne. Minha alimentação é 100% bem distribuída em macro e micronutrientes”, diz.

Jaqueline investe numa proposta de gastronomia saudável (Foto: Sandro Lima)

 

O empenho com a causa gerou a ideia de criar um espaço de gastronomia destinado às comidas vegetarianas com horta orgânica própria.

“Nossa proposta é mostrar que é possível explorar tal vertente da gastronomia de forma saudável e saborosa. Já que comer é um ato tão simples e coletivo, não entendemos porque ao longo dos anos complicamos tanto. Pra isso construímos nossa própria horta orgânica, e preparamos tudo com alimentos frescos e da estação. Simples, saudável e saborosa. A gente quer provar que não existe mistério nenhum pelo fato de não existir carne no buffet.

O restaurante foi inaugurado em agosto do ano passado e já existe projeto de ampliação pela procura tanto de clientes vegetarianos e veganos, como por pessoas que buscam alimentos mais saudáveis.

Do ponto de vista nutricional, Jaqueline explica que o preparo dos alimentos é pensando para extrair o máximo poder nutricional. Embora ela acredite que ainda existem muitos tabus sobre a alimentação vegetariana.

“Sim, tabus que estamos quebrando aos poucos. Já existem muitos estudos embasados cientificamente que dietas vegetarianas estritas são nutricionalmente viáveis. Também já temos estudos que nos comprovam o poder cancerígeno de carnes e alimentos processados. Inclusive em relatórios da ONU”, reforça.

 

“Fiquei mais leve, mais feliz”, diz advogada

 

“Depois que parei de consumir animais percebi que fiquei mais leve, mais feliz e ainda mais saudável já que não estava me alimentando de dor e sofrimento. E já faz dois anos que estou nesse constante processo de evolução e descobertas do veganismo”, garante a advogada Jéssica Gusmão, de 27 anos.

Jéssica optou pelo veganismo após assistir a um documentário; ela compartilha suas experiências e refeições (Foto: Arquivo pessoal)

 

O veganismo propõe uma reflexão sobre a forma como os animais incluídos na dieta e na produção de artigos de vestuário, higiene e beleza.

Segundo a pesquisa da Sociedade Vegetariana Brasileira, 55% dos brasileiros consumiriam mais produtos veganos [sem utilização animal] caso fossem informados sobre o assunto.

Para Jéssica, que adotou o veganismo “em definitivo” há cerca de dois anos, a opção vinha sendo refletida anos antes, com a descoberta de uma intolerância alimentar que restringiu sua dieta.

“No final de 2012 eu descobri a intolerância à lactose. Então, passei cerca de um mês sem consumir lácteos. Depois, voltei a consumir normalmente, mas usando a enzima lactase. Já em 2015 fiquei sabendo de um piquenique vegano aqui em Maceió e então fui lá conferir. No piquenique, descobri vários alimentos a base de vegetais e que era possível viver sem se alimentar de animais. Também descobri que o veganismo vai muito além da alimentação. É uma filosofia de vida. Refleti bastante sobre isso, mas não coloquei nada em prática”, conta.

Uma das refeições postadas por Jéssica Gusmão nas redes sociais, como forma de incentivo para outras pessoas (Foto: Arquivo pessoal)

 

Daí surgiu uma inquietação, segundo a advogada, em relação ao consumo de alimentos de origem animal, principalmente por questões ideológicas.

“Após um ano daquele piquenique, mais ou menos em maio de 2016, resolvi assistir a um documentário chamado “A carne é fraca” (está disponível no YouTube). Tinha acabado de almoçar e fui ver o documentário. A partir dali tomei consciência da quantidade de animais que são mortos para satisfazerem os desejos do ser humano tanto na alimentação quanto no uso de produtos que tenham exploração animal: vestuário, produtos de limpeza, higiene pessoal, acessórios, calçados e afins. Naquele dia decidi que a partir do jantar não iria mais consumir animais, porque não queria mais fazer parte disso tudo”, detalha.

Mesmo em uma família onde o consumo de carnes continua, Jéssica diz que a convivência tem sido harmoniosa. Em sua casa, o preparo dos alimentos respeita as convicções dela. “Geralmente eu preparo as minhas refeições. Descobri que amo cozinhar. Minha família entende minha filosofia de vida. Então nunca tive problemas com relação a isso. Quando eles preparam algo pra mim, sempre têm o cuidado de fazer separado dos outros alimentos e sempre me avisam quando determinado alimento tem algo de origem animal”, explica.

Além de se apaixonar pelo veganismo e pela culinária, Jéssica gosta de compartilhar suas experiências e refeições nas redes sociais. Diariamente ela posta fotos dos pratos que prepara e das refeições veganas que faz em outros ambientes.

“Posto sim no meu perfil pessoal do Instagram. Como forma de incentivo e de ideologia para que mais pessoas vejam que é possível não se alimentar de animais. Alguns amigos já diminuíram o consumo de animais pelo menos em algumas refeições e também vejo que se preocupam mais com a forma que estão se alimentando. Isso me deixa ainda mais feliz” diz advogada.

Apesar de toda a dedicação, ela ainda esbarra em dificuldades como festa, eventos e viagens que não possuem cardápio “adaptado”. “Eu me viro. Geralmente eu como antes de sair de casa e sempre levo comigo alguma fruta ou mix de oleaginosas. Aqui em Maceió está crescendo as opções veganas, porque o pessoal está começando a ver esse nicho de mercado.”

 

Biomédico diz que opção foi tomada para melhorar a saúde

 

O biomédico Flávio Marinho, de 31 anos, chegou a pesar 102 quilos e optou por mudar a alimentação para melhorar a saúde. Ele afirma que está “se veganizando”. Isto é, está num processo de adaptação gradual.

“Ano passado, tive pressão alta, exames com resultados incontáveis para os aparelhos dos laboratórios, e peso já com 3 casas numéricas. Fui em uma médica hematologista e ela me disse que não recomendaria nenhum remédio porque ela sabia que eu encontraria uma saída desse problema. Aí um dia eu estava vendo vídeos na Netflix quando descobri alguns documentários sobre nutrição e que atacavam diretamente os derivados animais. Naquele dia decidi mudar pela saúde. Em quatro meses perdi 20kg. Atualmente meu peso fica entre 78 e 82 quilos”, diz.

Mas Flávio afirma que enfrentou dificuldades até conseguir encontrar o equilíbrio e balancear as refeições.

Após quatro meses de opção por mudar alimentação, o biomédico Flávio Marinho emagreceu 20 quilos (Foto: Arquivo pessoal)

 

“No começo foi um pouco difícil porque não sabia como substituir direito. Mas aí a gente, com auxílio das redes sociais, vai descobrindo os grupos e vai se encontrando. Eu comecei a ter disposição para correr na orla. Sentia mais frio porque perdi muita gordura. Mas no começo não sabia me alimentar direito. Ainda não tinha a ideia da alimentação balanceada. Tive até palpitação no coração, provavelmente pela grande ingestão de carboidrato. Depois de um tempo, conhecendo mais veganos, fui percebendo que a questão deles era simplesmente a abolição animal. Não tinha relação com dieta alguma. Ao final eles querem tirar os animais do sistema opressor”, relembra.

Flávio acrescenta que a opção o ajudou a “incluir valores éticos”, o que ele considera a parte mais fácil da mudança radical. “Sou biomédico e me interesso pelas plantas medicinais. Devido a essa proximidade com o assunto meio ambiente, plantas, os animais foram só mais uma coisa a incluir. Incluir valores na minha pessoa, internalizar isso, essa parte foi mais fácil. Apesar de ter optado por questões de saúde, hoje eu me percebo como vegetariano por ética”.

 

Fonte: Tribuna Hoje

Restaurante de comida vegana (e sem glúten) abre nesta quinta na Ponta Verde; veja local e preços

Por | Clipping, Novidades | Nenhum Comentário

Na próxima quinta-feira (31), Maceió ganha uma nova opção de restaurante não apenas vegetariana – mas também de comida vegana, sem nenhum produto de origem animal – e sem glúten.

Localizado na loja da Erva Doce da Ponta Verde (Mário de Gusmão, ao lado da Grand Cru), o novo Espaço Anandda abrirá das 9h às 19h com lanches e buffet de almoço (das 11h30 às 14h30, com valor estimado entre R$ 25 e R$30) e cardápio de chás e sucos naturais.

“Nossa missão é provar que é possível oferecer um cardápio nutritivo e saboroso sem nenhum produto de origem animal”, diz a nutricionista Jaqueline Almeida Galvão, que comandará o novo espaço cujo buffet oferecerá pratos veganos à base de grãos (do grão de bico ao feijão azuki), massas, quiches e tortas de farinhas sem glúten, saladas com legumes de produtores locais orgânicos e até queijos à base de sementes e vegetais, como ricota de amêndoas ou parmesão de sementes.

A nutricionista conta que seu interesse por alimentos veganos surgiu durante um intercâmbio em Portugal antes mesmo de se formar em Nutrição na Ufal. “Após uma série de cursos sobre o tema, decidi tocar projetos em Alagoas para divulgar informações corretas e desfazer mitos em torno da dieta vegana”, diz a nutricionista.

Ainda de acordo com a nutricionista, cerca de 80% dos vegetais do restaurante serão orgânicos (boa parte deles de produtores locais), incluindo as frutas usadas em sucos para acompanhar os pratos. Ela conta que apesar do restaurante abrir apenas com 12 lugares, ela tem capacidade para dobrar esse número de acordo com a demanda.

O restaurante abrirá de segunda a sábado – das 9h às 19h de segunda a sexta e aos sábados das 9h às 14h.

 

Fonte: Agenda A

Esta salada de grãos com maracujá é perfeita para o verão

Por | Novidades | Nenhum Comentário

Elaborada pela culinarista Monica Wagner, de São Paulo, a receita é deliciosa e rica em fibras

Que tal adicionar uma boa dose de fibras ao seu almoço ou jantar? Esta salada, elaborada pela culinarista saudável Monica Wagner, parceira da BOA FORMA, é feita com diferentes tipos de grãos, que ajudam o sistema digestivo, e o toque tropical do maracujá, tornando a receita perfeita para os dias quentes. Pronta para aprender a preparar? Clique aqui e confira o passo a passo!

3 sucos que protegem a saúde e aceleram o metabolismo

Por | Novidades | Nenhum Comentário

Um suco pode ser mais que uma bebida refrescante. Receitas como estas, ricas em fitoquímicos, ajudam a proteger a saúde das células. Acrescente gengibre e, de bônus, acelere o metabolismo.

Suco vermelho com jabuticaba e limão-siciliano e pimenta-caiena (Clique na foto abaixo para ver a receita)

Suco vermelho

(sutteerug/Thinkstock/Getty Images)

Suco laranja com cenoura, maracujá e gengibre (Clique na foto abaixo para ver a receita)

Suco de cenoura com gengibre

Suco verde com abacaxi, couve e óleo de coco (Clique na foto abaixo para ver a receita)

Suco verde

Assine nossa newsletter e fique por dentro das últimas notícias de BOA FORMA

Nossa editora de nutrição, Eliane Contreras, testa receitas rápidas e que cabem na sua dieta. Veja mais na série Simples e Saudável no canal da BOA FORMA, no YouTube.

Trufa de açaí e chocolate para uma sobremesa saudável

Por | Novidades | Nenhum Comentário
Ingredientes

Modo de preparo

Retire o açaí do congelador 20 minutos antes do preparo. Em um bowl, despeje o açaí, o chocolate picado, o mel, o suco de maracujá (com ou sem sementes) e o óleo de coco. Coloque a mistura em banho marias e mexa até que o chocolate se derreta completamente. Cubra e deixe esfriar por completo em temperatura ambiente. Forme bolinhas com ajuda de uma colher de café ou boleador e leve à geladeira por 30 minutos. Retire e decore: passe no cacau puro, banhe em chocolate derretido, ou de outra forma, conforme sua preferência. Pode ser congelada após pronta.

*Receita sugerida pela chef Glauce Medeiros, da Native Berries.

Informações nutricionais

Alimentação vegana: um estilo de vida

Por | Novidades | Nenhum Comentário

Os veganos seguem um estilo de vida que vai muito além da dieta. Excluem o consumo de qualquer alimento ou produto de origem animal, geralmente obtidos por métodos cruéis e exploratórios, como roupas de couro, seda e lã e até cosméticos e medicamentos testados em animais.

Os motivos para essa exclusão são diversos, como saúde, aspectos espirituais e religiosos, mas principalmente por questões que envolvem o meio ambiente e a ética animal. Somente no Brasil, seis bilhões de animais terrestres são abatidos por ano. Cada um deles precisa de uma determinada quantidade de terra, água, alimento e energia, produz alta quantidade de dejetos e emite, direta e indiretamente, poluentes que são dispersados pelo solo, ar e água, segundo o relatório “Comendo o Planeta: Impactos Ambientais da Criação e Consumo de Animais”, da Sociedade Vegetariana Brasileira.

A criação de animais tem impacto direto em todo ecossistema do planeta, causando inúmeros danos, como a destruição de florestas, perda de biodiversidade, escassez de água doce, poluição da água e do ar e erosão do solo.

 

alimentação vegana equilibrada

Apesar da lista de produtos excluídos ser grande e incluir carnes, ovos, leite e derivados, mel, gelatina, entre vários outros, a alimentação vegana não traz qualquer tipo de prejuízo à saúde, já que todos os nutrientes que o organismo precisa, em qualquer fase da vida, são encontrados no reino vegetal. A única exceção é a vitamina B12, que não pode ser suprida na alimentação vegana, devendo ser suplementada. “É importante fazer acompanhamento com nutricionista e avaliar os níveis dessa vitamina na corrente sanguínea, identificando e corrigindo deficiências”, explica a nutricionista Carolina Favaron.

Mas para ter um organismo saudável não basta consumir produtos veganos, é preciso seguir uma alimentação equilibrada e fugir da cultura da má alimentação. “Nós temos uma cultura muito ruim. Um onívoro [pessoa que comem carne], por exemplo, come pão com manteiga e café com leite no café da manhã, arroz, feijão, bife e batata no almoço e pão com presunto e queijo à noite, e aí se torna vegetariano. Se mantiver essa estrutura e só tirar a carne, vai comer pão com manteiga e café com leite, arroz, feijão, bife de soja e batata-frita, e ao invés de presunto e queijo, comerá pão com mortadela de soja e queijo. E dá para fazer a versão vegana de tudo isso, ou seja, a pessoa vai continuar com uma estrutura ruim da mesma forma”, explica Ana Ceregatti, nutricionista especializada em alimentação vegetariana e vegana.

No entanto, mesmo um vegano que siga uma alimentação saudável e coma a cada três horas pode ter uma carência instalada posterior à alimentação vegana. “Isso vai aparecer em algum momento e a hora que surgir vão dizer que é pelo veganismo, e não por aquela alimentação prévia inadequada. Então, é importante consultar um profissional para ver se está bem de saúde, corrigir eventuais carências e seguir uma alimentação vegana sem nenhum risco de carência”, conta Ana.

principais dificuldades de um vegano

O impacto social é a principal dificuldade enfrentada por uma pessoa vegana. Mesmo com a diversidade de produtos e alimentos que suprem a alimentação de uma pessoa que exclui produtos de origem animal, ainda hoje é difícil encontrar estabelecimentos preparados para atender esse público. “Se um vegano parar em uma padaria, só vai conseguir um suco de frutas. Aqui no Brasil temos pouquíssimos lugares que servem opções veganas de leite ou ao menos pão com geleia, tofu ou patê de grão-de-bico”, conta Ana. Além dos locais, pessoas não veganas e não vegetarianas muitas vezes não compreendem esse estilo de vida, o que pode causar bullying e problemas de relacionamento.

dicas para uma dieta vegana

Segundo Carolina, além da vitamina B12, outros nutrientes também merecem atenção. “No caso do cálcio, a necessidade diária pode ser facilmente atingida com o consumo de vegetais verde-escuros – como couve, repolho e brócolis –, tofu e gergelim, por exemplo. O zinco pode ser encontrado na semente de abóbora, oleaginosas e leguminosas, como feijão e a lentilha. Já o ferro pode ser encontrado no tofu, melado de cana, rapadura, vegetais verde-escuros, leguminosas e gergelim”, conta.

Para potencializar a absorção de ferro e zinco no organismo, é indicado associar fontes de vitamina C na mesma refeição, como gotas de limão na comida ou um copo pequeno de suco de laranja, acerola ou caju. Também é importante deixar as leguminosas de molho antes de cozimento para eliminar os fatores antinutricionais que podem atrapalhar a absorção desses minerais e deve-se evitar o consumo de alimentos ricos em cálcio na mesma refeição.

“Todas as pessoas precisam ter todos os grupos alimentares na dieta. Se consumir cereais integrais, feijões, frutas, verduras, legumes, castanhas e beber água, obviamente, não tem razão para se preocupar com a alimentação, já que tende a ter uma alimentação mais saudável e melhor. A dica é equilibrar a dieta e evitar o uso de produtos industrializados. É preciso consumir alimentos frescos e integrais em refeições regulares, com intervalos de não mais do que três horas. Aí a chance de ter saúde é muito grande”, explica Ana.

Quer continuar acompanhando nosso cardápio diariamente? Acompanhe nosso Instagram.

@ESPACOANANDDA

Faça sua encomenda

Comprete o formulário e entraremos em contato para lhe auxiliar.